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Casal preso no Pará por morte de empresário também é alvo de investigação por duplo latrocínio

Familiares pedem agilidade na investigação, e há expectativa de que novos mandados sejam cumpridos em breve.

Casal preso no Pará por morte de empresário também é alvo de investigação por duplo latrocínio. Crédito: Reprodução/Redes Sociais
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A Polícia Civil do Pará abriu uma nova frente de investigação para apurar se o casal acusado de assassinar o empresário Victor Augusto da Rocha Arnaud, em Xinguara, também esteve envolvido na morte de dois irmãos idosos em Tucumã municípios localizados no sudeste paraense. A informação foi confirmada pelo delegado Max Müller, responsável pelas investigações.

Victor Arnaud, de 53 anos, desapareceu no final de outubro. Sua ex-companheira, Gigliolla Sena Silva, de 30 anos, e o homem identificado como Wanderson Silva de Sousa, de 28 anos, foram presos em 7 de novembro no Maranhão, quando estavam no veículo do empresário.

De acordo com o delegado Müller, os dois admitiram apenas ter indicado onde estaria o corpo enterrado no quintal da própria casa da vítima, mas negam a autoria do homicídio. Ele afirma que o crime pode ter sido praticado com golpes de faca, e que o casal recebeu apoio logístico para ocultar o cadáver.

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A ligação com caso em Tucumã

Segundo Müller, há fortes indícios de que Gigliolla e Wanderson sejam investigados também pela morte dos irmãos Júlio César e Vera Regina, encontrados mortos em 15 de outubro em sua residência, em Tucumã. As vítimas estavam em avançado estado de decomposição quando foram achadas.

Segundo o delegado, o casal já conhecia os irmãos e poderia ter usado esse relacionamento para cometer o crime: “Aproveitaram desse conhecimento, entraram na casa da vítima e mataram o casal de irmãos”, disse Müller. A polícia de Tucumã já estaria “bem adiantada” nas investigações.

A morte de Júlio César, de 62 anos, e Vera Regina, de 64, causou grande comoção na comunidade local. Familiares pedem agilidade na investigação, e há expectativa de que novos mandados sejam cumpridos em breve.

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Situação do casal

Gigliolla e Wanderson estão presos na Delegacia de Polícia Civil de Xinguara, aguardando a conclusão das investigações. A polícia deve pedir a conversão da prisão temporária em preventiva, conforme as apurações avançam.

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