Polícia

Suspeito de mandar atirar contra carro e ameaçar advogada é preso em Santarém

O investigado foi detido pela Polícia Civil na quarta-feira (9 de setembro), em cumprimento a mandado de prisão preventiva.

Suspeito de mandar atirar contra carro e ameaçar advogada é preso em Santarém. (Foto: Polícia Civil)
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Um homem suspeito de ser o mandante de um ataque contra o carro de uma advogada foi preso pela Polícia Civil na quarta-feira (9.set.2026), em Santarém, no oeste do Pará. Ulisses Leite de Souza foi localizado durante o cumprimento de um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça.

A prisão foi realizada pela Polícia Civil, com apoio do Núcleo de Apoio à Investigação do Baixo e Médio Amazonas (NAI/BMA). Inicialmente, o investigado responde pelos crimes de ameaça e dano qualificado. A ordem judicial foi expedida pelo juiz José Goudinho Soares, da Comarca de Santarém.

Conforme as investigações, Ulisses é apontado como responsável por ordenar o ataque contra o veículo de uma advogada. A polícia apura ainda que as ameaças feitas contra a profissional estariam relacionadas à atuação dela em processos jurídicos na região.

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Após a prisão, o suspeito foi levado para a Seccional Urbana de Polícia Civil, onde foram realizados os procedimentos legais. Ele permanece custodiado à disposição da Justiça.

Em nota, a Polícia Civil confirmou que a Seccional de Santarém, com apoio do Núcleo de Apoio à Investigação (NAI) do Baixo e Médio Amazonas, cumpriu um mandado de prisão preventiva contra um homem por ameaça, disparo de arma de fogo e dano qualificado. “A investigação está em andamento”, comunicou a instituição.

O caso

O ataque ocorreu em 10 de agosto de 2026. Na ocasião, o carro da advogada, que atua na área de direito agrário, foi atingido por um disparo de arma de fogo nas proximidades de uma churrascaria, em Santarém.

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Ao mesmo tempo em que o veículo foi alvo do tiro, a advogada recebeu mensagens com ameaças de morte pelo WhatsApp. As investigações conduzidas pela 16ª Seccional de Polícia Civil, com apoio do NAI, apontaram que o crime estaria relacionado ao trabalho desenvolvido pela profissional, especialmente em casos envolvendo o combate à grilagem de terras na região.

Após o atentado, a subseção de Santarém da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) manifestou repúdio ao ataque e informou que prestaria suporte jurídico, psicológico e de segurança à advogada.

Com informações de O Liberal.

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