Uma aposta sobre o resultado do 1º turno das eleições presidenciais terminou em assassinato na noite de domingo (4.out.2026), no distrito de Belo Monte do Pará, zona rural de Novo Repartimento , distante cerca de 500 km de Belém, no Pará. A vítima, Antônio Jardim Gomes, foi morta a tiros após se recusar a pagar a dívida.
O suspeito do crime, identificado como Ananias Sotero de Oliveira, seria o ganhador da aposta de uma caminhonete e foi até a casa da vítima para cobrar o prêmio. Diante da recusa da entrega do bem, ele atirou contra Antônio e fugiu do local no veículo.
Entenda os detalhes do caso abaixo:
Qual foi o motivo da discussão?
O crime foi motivado por uma aposta política. De acordo com as investigações da Polícia Civil, Antônio apostou a própria caminhonete que um dos candidatos à Presidência da República venceria a eleição ainda no primeiro turno.
Como o resultado projetado não se concretizou, ele perdeu o veículo. O suposto vencedor da aposta, Ananias Sotero de Oliveira, foi então até a residência da vítima para buscar o automóvel. Ananias havia apostado R$ 10 mil caso o candidato dele ganhasse em 1º turno.
Como o crime aconteceu?
Testemunhas relataram à polícia que, ao ser cobrado, Antônio se negou a entregar as chaves da caminhonete. A atitude deu início a uma discussão entre os dois homens.
Durante a briga, Ananias sacou uma arma de fogo e efetuou cerca de seis disparos contra a vítima. Antônio não resistiu aos ferimentos e morreu no próprio local, antes de receber socorro.
O suspeito levou o veículo?
Sim. Segundo a Polícia Civil, o acusado fugiu no veículo logo após o crime. A equipe da PM só chegou ao local do assassinato cerca de 30 minutos após o ocorrido.
Onde está o atirador?
Logo após efetuar os disparos, Ananias fugiu. A Polícia Militar foi acionada, isolou a área e realizou buscas na região para tentar localizá-lo, mas, até a última atualização desta reportagem, ele permanecia foragido.
Como estão as investigações?
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A Delegacia de Novo Repartimento investiga o caso como homicídio doloso, que é quando há a intenção de matar.
A Polícia Civil informou que já pediu perícias e está ouvindo testemunhas para esclarecer a dinâmica exata do assassinato.
As autoridades pedem que informações sobre o paradeiro de Ananias sejam repassadas de forma anônima pelo Disque-Denúncia (181) ou pelo WhatsApp da assistente virtual Iara, no número (91) 3210-0181. O sigilo é garantido.
Fonte: G1 Pará.



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