Uma mulher identificada como Luana de Cássia Castro Silva foi presa no domingo (13) no povoado Itamirim, em Rosário, a 75 km de São Luís, suspeita de integrar o grupo que foi responsável por assassinar a missionária norte-americana Dorothy Stang em 2005.
O Grupo de Serviço Avançado (GSA) havia iniciado uma operação de vigilância, na qual Luana estava sendo monitorada durante um período de quatro meses. Segundo a polícia, Luana mudou de endereço várias vezes durante esse período.
O G1 tenta contato com a defesa da suspeita Luana de Cássia Castro Silva para falar sobre o caso.
De acordo com o delegado Guilherme Campelo, Carlos Magno que é namorado de Luana, tentou impedir a condução da mulher até a delegacia e por isso, ele foi preso. Além disso, ele estava em posse de drogas. Ambos foram apresentados na Delegacia Policial (DP) de Rosário para as devidas providências.
“O Carlos Magno é namorado dela [Luana] e foi autuado por uso de sustância entorpecente e por resistência, porque ele tentou impedir a ação dos policiais. O mandado dela do Pará é de homicídio, mas não tem a ver com o caso da missionária e o de Açailândia é por tráfico de drogas”, disse o delegado.



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