Altamira

Bailarina de 12 anos de Altamira conquista três medalhas no Festival Internacional de Dança da Amazônia, em Belém

Fernanda Camargo de Góis Né, aluna da Escola Vitrine, foi destaque na competição, que também premiou outras bailarinas de Altamira.

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Por Wilson Soares / A Voz do Xingu

A jovem bailarina Fernanda Camargo de Góis Né, de 12 anos, natural de Altamira, no sudoeste do Pará, foi um dos destaques da 33ª edição do Festival Internacional de Dança da Amazônia (FIDA), realizado em Belém (PA). A adolescente, que integra a Escola Vitrine, conquistou três medalhas durante as apresentações, levando para casa um ouro e duas pratas.

Fernanda conquistou o 1º lugar na categoria Conjunto Gospel Infantil, com a coreografia Travessia; o 2º lugar em Conjunto Clássico Livre; e o 2º lugar em Conjunto Contemporâneo Infantil, com a coreografia Oziguele.

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As apresentações ocorreram em dois importantes espaços culturais da capital paraense. O Theatro da Paz recebeu a Mostra de Dança Adulta e a Mostra Competitiva, enquanto o Gasômetro sediou apresentações nas categorias solo, duo, trio e conjunto.

Além de Fernanda, outras bailarinas da Escola Vitrine de Altamira também se destacaram na competição, conquistando premiações em diferentes modalidades.

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Confira os resultados das bailarinas da Escola Vitrine:

  • 1º lugar – Solo Dança Folclórica Infantil: Arielly da Silva.
  • 2º lugar – Folclore Adulto: Kerilyn Gabriele.
  • 3º lugar – Solo Contemporâneo Juvenil: Marina Borges.
  • 3º lugar – Solo Juvenil de Jazz: Ana Clara Uchoa.
  • 2º lugar – Conjunto Contemporâneo Juvenil: coreografia Ritmo da Terra.

Sobre o festival

O Festival Internacional de Dança da Amazônia (FIDA), que teve início na última terça-feira (20/10) e termina neste domingo (25), é um evento cultural que reúne bailarinos, escolas e companhias de dança em apresentações e competições de diferentes estilos e categorias. Realizado em Belém, o festival oferece aos participantes a oportunidade de apresentar seus trabalhos, trocar experiências e demonstrar suas habilidades artísticas.

Em sua 33ª edição, o evento reforçou a importância da dança como expressão cultural e espaço de valorização de novos talentos. Para as jovens bailarinas de Altamira, as conquistas representam o reconhecimento da dedicação aos ensaios e da preparação para competir em um festival internacional.

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