O Concurso Nacional Unificado de 2025 está gerando grande expectativa, com uma previsão de oferta entre 3 mil e 3,5 mil vagas. Essa estimativa considera as vagas preenchidas na edição anterior e as novas oportunidades confirmadas em órgãos federais. Contudo, o número exato de vagas e a continuidade da Cesgranrio como organizadora ainda estão em discussão pelo Ministério da Gestão e da Inovação dos Serviços Públicos (MGI).
O edital do concurso está programado para ser lançado em março, com as provas previstas para agosto de 2025.
Novos cargos no concurso
Uma das principais novidades do concurso de 2025 é a introdução de dois novos cargos transversais, que serão distribuídos entre diversos órgãos federais conforme suas necessidades. Esses cargos estão sendo propostos por meio de um projeto de lei que será enviado ao Congresso. Ao todo, serão oferecidas 1.500 vagas para os seguintes cargos:
– Desenvolvimento das Políticas da Justiça e Defesa – 750 vagas
– Analista Técnico de Desenvolvimento Socioeconômico – 750 vagas
Espera-se que entre 600 e 700 dessas vagas estejam disponíveis no próximo concurso. Os candidatos precisarão ter formação de nível superior, com salários iniciais que podem variar de R$ 9.711 a R$ 21.070 ao longo da carreira.
Órgãos com vagas confirmadas

Além dos novos cargos, diversas oportunidades já foram autorizadas para diferentes órgãos. Entre eles estão:
– Ministério do Desenvolvimento Regional (MIDR)
– Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj)
– Biblioteca Nacional
– Instituto Brasileiro de Museus (Ibram)
– Fundação Palmares
O concurso também prevê a criação de cargos por transformação, incluindo vagas para analista de tecnologia da informação, analista de infraestrutura, analista técnico administrativo, e diplomatas. O Ministério do Turismo, por exemplo, terá vagas específicas.
Salários e atração de profissionais
O Ministério da Gestão confirmou a oferta de vagas para analista técnico administrativo, cargo previamente autorizado. A remuneração inicial para este cargo será de R$ 5.488,70, incluindo vencimento básico e gratificação de desempenho. Esta estratégia visa atrair profissionais qualificados para o serviço público, garantindo que os órgãos federais possam contar com pessoal capacitado para atender às suas demandas.
Fonte: O Antagonista