A programação em comemoração aos 103 anos de São Sebastião, padroeiro de Altamira (PA), teve início ainda nas primeiras horas da manhã desta terça-feira, (20.jan.2026), reunindo fiéis, atletas e moradores em uma série de atividades religiosas e esportivas.

Foto: Wilson Soares
Por volta das 6h30, cerca de 280 atletas, entre homens, mulheres e crianças de diversas faixas etárias, participaram da tradicional corrida de 7 quilômetros, com largada e chegada na Orla da cidade. O vencedor da prova foi Leandro Costa, que completou o percurso em pouco mais de 25 minutos. Natural de Medicilândia, o atleta destacou a importância do evento. “Tenho muita vontade de correr e, pela primeira vez, participo das provas de São Sebastião, que são muito famosas”, afirmou.
Em seguida, a programação contou com uma caminhada popular, acompanhada pelo bispo da Diocese do Xingu, Dom João Muniz, reunindo fiéis em um momento de fé e confraternização.

Foto: Wilson Soares
“Queremos pedir a intercessão deste santo, que há tantos anos intercede pelo povo de Deus aqui desta região, para que traga paz às famílias, amor ao coração das pessoas e, sobretudo, muito mais cuidado uns com os outros, com nossos idosos e com as crianças. São Sebastião é um santo que tem muito a dizer para nós”, disse o bispo Dom João Muniz, em entrevista ao portal A Voz do Xingu.
Na sequência, foi servido um café da manhã a todos os participantes.
Às 9h, será realizada a prova de natação no Rio Xingu, que contou com a participação de aproximadamente 50 nadadores.
As comemorações seguem no período da tarde, com a tradicional procissão religiosa marcada para sair às 17h, percorrendo algumas ruas da cidade e retornando à Catedral, onde será celebrada a missa campal, na Praça do Mathias. Logo após, haverá o arraial no Salão São Sebastião.
De acordo com a organização, a programação religiosa, esportiva e cultural tem como objetivo fortalecer a fé, preservar a tradição e promover a integração da comunidade altamirense. As comemorações de São Sebastião reforçam a identidade cultural e religiosa de Altamira, mantendo viva uma tradição que atravessa gerações.
Por Wilson Soares – A Voz do Xingu






















