Polícia Civil do Pará prende suspeita de receber dinheiro de falso site de leilões de veículos

A mulher foi detida no Rio de Janeiro. As autoridades apontam que uma conta ligada a ela recebeu mais de R$ 60 mil

A imagem em destaque mostra policiais civis conduzindo a suspeita detida. (Foto: Divulgação | Agência Pará)
A imagem em destaque mostra policiais civis conduzindo a suspeita detida. (Foto: Divulgação | Agência Pará)
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Uma mulher foi presa pela Polícia Civil do Pará (PCPA) nesta segunda-feira (13/4), no bairro Freguesia de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, suspeita de praticar fraude eletrônica. De acordo com a PCPA, a suspeita é a responsável pelo recebimento do dinheiro adquirido de um esquema criminoso de um site fraudulento de leilões de veículos. 

A ação faz parte da segunda etapa da operação “Falso Lance”, deflagrada no dia 8 de abril. Contra a investigada, a PCPA, em conjunto com a Polícia Civil do Rio de Janeiro, cumpriu mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão domiciliar em endereços vinculados a ela, expedidos pelo Juízo das Garantias da Região Metropolitana de Belém.

O delegado Iuri Castro, responsável pelo caso, disse que a mulher foi apontada como “a titular da conta bancária utilizada para o recebimento da quantia de R$ 60.785, valor obtido da vítima mediante golpe de falso leilão eletrônico”. “O golpe consistia na utilização de uma plataforma digital fraudulenta, simulando leilões de veículos, com o objetivo de induzir vítimas em erro e obter vantagem ilícita, em típica prática de fraude eletrônica estruturada”, relatou.

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A mulher presa foi conduzida à unidade policial local para a realização dos procedimentos legais cabíveis e permanece à disposição da Justiça.
Também foram cumpridas ordens judiciais de sequestro de bens e valores nas contas vinculadas aos investigados, até o limite do valor perdido pela vítima, visando à recuperação do prejuízo causado.

A primeira pessoa a ser detida no caso foi no município de Mauá, em São Paulo (SP), onde um homem era apontado como um dos principais articuladores do esquema.  As investigações continuam com o objetivo de identificar outros integrantes da associação criminosa e eventuais vítimas do esquema fraudulento.

Fonte: O Liberal

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