Por Wilson Soares – A Voz do Xingu
Um grupo de aproximadamente 30 pessoas ligadas ao movimento Direita Xingu está realizando uma caminhada de cerca de 100 quilômetros entre os municípios de Medicilândia e Uruará, no sudoeste do Pará. O trajeto teve início na última quinta-feira (5/3), com saída de Medicilândia.
No primeiro dia de percurso, os participantes caminharam cerca de 30 quilômetros, encerrando a jornada na Agrovila União da Floresta, localizada no km 120 da Rodovia Transamazônica (BR-230).
Na sexta-feira (6), o grupo retomou a caminhada e conseguiu avançar até a comunidade Vila Alvorada, no km 140, onde pernoitou na Fazenda Panorama. Já neste sábado (7), os participantes voltaram à estrada por volta das 9h, com destino ao município de Uruará. A expectativa dos organizadores é chegar à Praça da Bíblia, no centro da cidade, na manhã deste domingo (8).
O grupo é formado por empresários, produtores rurais, autônomos e profissionais de diferentes áreas. Segundo os organizadores, a iniciativa foi inspirada em outros movimentos semelhantes realizados no país, como a caminhada do deputado federal Nikolas Ferreira, que percorreu um trajeto entre Minas Gerais e a capital federal.
De acordo com o movimento Direita Xingu, um dos principais objetivos da caminhada é chamar a atenção para a situação da Rodovia Transamazônica, além de demonstrar união em busca de soluções para os problemas que afetam a região do Xingu.
Entre os participantes estão o empresário e ex-candidato a prefeito de Altamira, Mázio Bandeira, a produtora rural de Redenção, Geny Silva, e o publicitário Marth Uchôa, secretário do Direita Xingu.
Segundo Marth Uchôa, o grupo tem sido bem recebido pelas comunidades ao longo do trajeto. “Por onde estamos passando, estamos sendo bem recebidos. Isso demonstra que estamos alcançando o nosso objetivo, que é mostrar união e sensibilizar para os problemas da nossa região”, frisou.

Marth também destacou que é hora de buscar soluções para demandas históricas da região, como o asfaltamento da Rodovia Transamazônica e a ampliação da oferta de leitos no Hospital Regional, entre outras necessidades. “A gente se acostumou com esses problemas, e isso não é normal. Precisamos mudar essa realidade”, finalizou.




















