A Polícia Civil (PC) continua as buscas ao bebê José Arthur, de um ano e seis meses, que está desaparecido há 12 dias, em Eldorado dos Carajás, na região sudeste do Pará. As investigações sobre o caso continuam pela Superintendência Regional de Carajás e Delegacia de Eldorado dos Carajás.
A Polícia Civil informou que “novas diligências podem ser realizadas em áreas adjacentes. Paralelamente, equipes atuam em outras frentes investigativas, como análise de imagens de câmeras de segurança, levantamento de veículos que passaram pela região no horário do desaparecimento e diligências em locais de circulação de passageiros”.
A Marinha do Brasil também reforçou a operação e realizou inspeções detalhadas no rio Peruano, área próxima à residência da família. Os militares utilizaram equipamentos de sonar para examinar o fundo do rio e ampliar a capacidade de busca.
Durante as ações, as equipes percorreram uma área de até cinco quilômetros a partir do local onde o menino foi visto pela última vez. Apesar do esforço intenso e da mobilização de recursos especializados, os agentes não encontraram evidências que indiquem o paradeiro da criança.
José Arthur está desaparecido desde o dia 26 de março. Segundo relatos da família, o menino estava brincando na porta de casa, por volta das 17h, quando sumiu. O episódio ocorreu na Vila Peruana, no Assentamento Lourival Santana.
Familiares falaram que um carro suspeito teria passado pelo local no momento do desaparecimento, levantando a hipótese de que a criança possa ter sido raptada. Amigos, parentes e moradores da região iniciaram uma força-tarefa em busca do menino.
O Corpo de Bombeiros Militar do Pará (CBMPA) também realizou varreduras na área próxima à residência da família. Os bombeiros também realizou varreduras, com apoio de drones para monitoramento aéreo. Além disso, cães farejadores passaram a ser utilizados para tentar localizar pistas.
O órgão reforçou a necessidade da população contribuir com informações que possam ajudar nas investigações. Qualquer pessoa pode ser repassá-las, de forma anônima, pelo Disque-Denúncia (181).
Com informações de O Liberal.
























