Preço do litro do açaí tem alta em fevereiro e chega a até R$ 70 em Belém

Crédito: @veropesodaculturaparaense / Jorge Mateus Santos
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O litro do açaí consumido em Belém registrou alta de mais de 15% em fevereiro de 2026, chegando a R$ 33,15 em média para o tipo médio, segundo balanço do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos do Pará (Dieese-PA).

Pesquisas em feiras livres, supermercados e pontos de venda mostram que o fruto, símbolo do Pará, segue encarecendo e pressiona o orçamento familiar dos paraenses, com variações que chegam a R$ 70 em alguns locais na quinzena de março.

Para o açaí médio, o preço subiu de R$ 28,82 em janeiro para R$ 33,15 em fevereiro, alta de 15,02% no mês, 15,22% no bimestre e 12,64% em 12 meses, sendo mais que o dobro da inflação oficial de 3,81% no período.

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Já o tipo grosso avançou de R$ 41,95 para R$ 47,19, com reajuste de 12,49% mensal, 13,30% no ano e quase 17% em 12 meses.

Veja a alta do preço do litro do açaí em Belém

Entressafra puxa aumentos na capital paraense

Variações por ponto de venda

Em feiras livres de Belém, o açaí médio variou de R$ 30 a R$ 42 na última semana de fevereiro, enquanto supermercados cobraram R$ 34,99 a R$ 38.

Para o grosso, feiras tiveram de R$ 40 a R$ 60, e supermercados R$ 49,99 a R$ 55, preços que já superam R$ 70 em março, segundo levantamentos iniciais do Dieese-PA.

Causas da alta e alerta

A entressafra reduz a oferta de frutos, somada a custos maiores com transporte, energia e armazenamento, além de demanda externa aquecida.

“A carestia deve persistir até o fim da entressafra, impactando diretamente o bolso dos paraenses”, alerta Everson Costa, supervisor técnico do estudo.

O Dieese informou que monitora semanalmente o preço do açaí e prevê continuidade da alta.

Variações por ponto de venda

Em feiras livres de Belém, o açaí médio variou de R$ 30 a R$ 42 na última semana de fevereiro, enquanto supermercados cobraram R$ 34,99 a R$ 38.

Para o grosso, feiras tiveram de R$ 40 a R$ 60, e supermercados R$ 49,99 a R$ 55, preços que já superam R$ 70 em março, segundo levantamentos iniciais do Dieese-PA.

Causas da alta e alerta

A entressafra reduz a oferta de frutos, somada a custos maiores com transporte, energia e armazenamento, além de demanda externa aquecida.

“A carestia deve persistir até o fim da entressafra, impactando diretamente o bolso dos paraenses”, alerta Everson Costa, supervisor técnico do estudo.

O Dieese informou que monitora semanalmente o preço do açaí e prevê continuidade da alta.

Fonte: G1 Pará.

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