Conflito entre indígenas Kayapó termina com líder morto e deixa feridos em Redenção

O caso foi registrado na manhã de segunda-feira (27/4)

Conflito entre indígenas Kayapó termina com líder morto e deixa feridos em Redenção. (Foto: Redes Sociais)
Conflito entre indígenas Kayapó termina com líder morto e deixa feridos em Redenção. (Foto: Redes Sociais)
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João Pangrá Kayapó, também chamado Bekwynhka Kayapó, presidente da Associação de Desenvolvimento Indígena Meimrô e liderança do povo Kayapó, foi morto a tiros durante um confronto entre integrantes de duas famílias da mesma etnia, no município de Redenção, no sul do Pará. O caso foi registrado na manhã de segunda-feira (27 de abril), no setor Morada da Paz, e é investigado como homicídio doloso. Dois suspeitos foram presos.

“Segundo informações iniciais, um homem morreu após ser atingido por disparo de arma de fogo durante uma briga generalizada. Outra pessoa também foi ferida e encaminhada para atendimento médico. Dois suspeitos foram apresentados pela Polícia Militar e autuados por homicídio doloso. Um terceiro envolvido segue foragido. Foram apreendidas quatro armas de fogo de fabricação caseira, além de armas brancas”, comunicou a Polícia Civil.

As informações iniciais apontam que o confronto teria sido motivado por uma rivalidade antiga entre os grupos, intensificada após um desentendimento ocorrido no domingo (26/4), durante uma partida de futebol. A situação evoluiu para um novo embate no dia seguinte, quando houve troca de tiros em via pública. A situação ainda causou pânico entre moradores da região.

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Durante a ocorrência, outras três pessoas ficaram feridas e foram socorridas. Equipes da Polícia Militar do Pará foram acionadas e conseguiram controlar o conflito. A ação também contou com o acompanhamento da Polícia Federal e da Fundação Nacional dos Povos Indígenas, devido à complexidade do caso e ao envolvimento de comunidades indígenas. Os suspeitos foram encaminhados para a delegacia.

As investigações continuam para esclarecer todos os detalhes do crime e identificar outros possíveis envolvidos.

Com informações de O Liberal

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