Costureira de Altamira vira personagem de reportagem em quadrinhos e tem história destacada por veículo nacional

Conteúdo reproduzido das redes sociais do portal de jornalismo SUMAÚMA, com os devidos créditos à publicação original.
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Por Wilson Soares / A Voz do Xingu

Uma história iniciada durante os primeiros anos da ocupação da Rodovia Transamazônica, na década de 1970, ganhou destaque nacional por meio de uma reportagem especial em quadrinhos publicada pelo portal de jornalismo ambiental SUMAÚMA.

A protagonista é Josefa Soares, natural de Palmeira dos Índios, em Alagoas, que chegou à região da Transamazônica em 1973. Prestes a completar 86 anos, ela continua ativa no trabalho que desempenha há décadas: a costura. Apaixonada pela agricultura e pela confecção de roupas, Josefa é conhecida especialmente pela produção de vestidos utilizados por mulheres indígenas da etnia Mẽbêngôkre-Kayapó.

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Josefa Soares – Foto: Wilson Soares

Neste mês de maio, em sua pequena loja localizada no Mercado Municipal de Altamira, na região sudoeste do Pará, Josefa recebeu a visita do jornalista Pablito Aguiar. Inicialmente, o profissional procurava apenas adquirir algumas peças de roupa. No entanto, enquanto a costureira confeccionava a encomenda, uma conversa informal revelou uma trajetória de vida repleta de histórias, memórias e experiências ligadas à região amazônica e aos povos indígenas.

O relato despertou o interesse do jornalista, que transformou a experiência em uma reportagem especial publicada nas redes sociais e no portal SUMAÚMA. Com o título “Entre panos estampados, grafismos e memórias”, a produção narra, em formato de história em quadrinhos, a origem dos vestidos utilizados pelas mulheres Mẽbêngôkre, a partir dos relatos de quem viveu, costurou e pesquisou essa tradição ao longo dos anos.

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A publicação rapidamente conquistou a atenção do público. Até o momento, a reportagem acumula quase 5 mil curtidas e cerca de 200 comentários nas redes sociais, com leitores elogiando tanto a narrativa quanto a relevância histórica e cultural do conteúdo.

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Entre as manifestações dos internautas estão comentários como:

“Amei essa história. Queria impressa para mostrar para os meus alunos”, escreveu a usuária smara.mendes.

“Que história linda! Amei ler em quadrinhos e ver e ‘ouvir’ as falas delas. Maravilhoso trabalho!”, comentou amey.criativa.

“Então esses vestidos são o símbolo da colonização”, observou tina.gaite.arte.

“Uau, que trabalho lindo! E uma ótima história”, destacou osensorial.brunowcamman.

A reportagem evidencia não apenas a trajetória de Josefa Soares, mas também a importância da preservação da memória e das relações culturais construídas ao longo das décadas entre os povos indígenas e os moradores que ajudaram a construir a história da Transamazônica. Aos 85 anos, a costureira segue mantendo viva uma tradição que atravessa gerações e agora alcança reconhecimento em todo o país.

Acesse a reportagem completa publicada pelo portal SUMAÚMA por meio do link abaixo.

https://www.instagram.com/p/DY7aWrYAB04/?igsh=d2Z3a2RqZXRnMWIx

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