Jovem natural de Itaituba é sequestrada, torturada e morta por faccionados no Mato Grosso

Dois suspeitos foram presos e confessaram o crime; polícia busca esclarecer a motivação do assassinato

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Uma jovem identificada como Ana Beatriz Silva Lopes, de 22 anos, foi sequestrada, torturada e assassinada por integrantes de uma facção criminosa no município de Aripuanã, no estado de Mato Grosso. Dois homens, ambos de 27 anos, foram presos em flagrante na quarta-feira (3 de junho), durante uma ação conjunta da Polícia Militar e da Polícia Civil.

Segundo a Polícia Civil de Mato Grosso, Ana Beatriz era natural de Itaituba, no sudoeste do Pará. Informações levantadas pelos investigadores indicam que ela havia saído do distrito de Conselvan, localizado no município de Aripuanã, antes de ser sequestrada pelos criminosos.

De acordo com a ocorrência, as forças de segurança receberam denúncias de que uma mulher havia sido sequestrada por membros de uma organização criminosa em Conselvan e levada para a sede do município de Aripuanã.

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Durante as diligências, os investigadores identificaram que a vítima teria sido levada para um imóvel utilizado como boate. Ao chegarem ao local, os policiais observaram uma movimentação considerada suspeita e receberam relatos de testemunhas sobre atividades criminosas que estariam ocorrendo no estabelecimento.

Diante das informações, equipes da Polícia Militar e da Polícia Civil entraram no imóvel e encontraram Ana Beatriz já sem vida. O corpo da jovem estava caído no chão e enrolado em um lençol.

Os dois suspeitos também foram localizados dentro da residência. Um deles tentou fugir ao perceber a chegada dos policiais, mas foi capturado. Ambos acabaram presos em flagrante.

De acordo com a polícia, os homens confessaram que chegaram ao local com a vítima durante a manhã e que a mantiveram sob tortura até a sua morte.

Os suspeitos foram encaminhados para a delegacia de Aripuanã, onde permanecem à disposição da Justiça. O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que apura a motivação do crime e a possível participação de outros integrantes da facção criminosa.

Com informações de O Liberal.

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