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Acusadas da participação no assassinato de professor em Altamira são ouvidas pela justiça

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A justiça ouviu os depoimentos das duas mulheres apontadas pela participação no assassinato do professor universitário José Adriano Guirgi, 47 anos, morto em abril de 2018, no município de Altamira, sudeste do Pará. Alunos e amigos do professor realizaram um protesto em frente ao Fórum do município pedindo por justiça.

“Além de ser um grande professor, ele foi um exemplo de pessoa pra gente como ser humano. O medo que nós temos é que outras pessoas sejam vítimas do mesmo crime”, disse a estudante Luana Souza

O professor levou um tiro na cabeça, teve as mãos amarradas e o corpo carbonizado. Segundo a polícia, o crime foi motivado por vingança e ambição financeira. Uma das suspeitas que está presa, Andria Rufino Bentes teria planejado a morte do professor. A segunda mulher identificada como Denise Caetano dos Santos também é acusada de participação do assassinato.

Dois homens apontados como executores do crime foram mortos em confrontos com a polícia ao reagirem a prisão.

O caso ainda está em fase de instrução processual. Testemunhas de defesa e acusação já foram ouvidas, além das mulheres apontadas como autoras do homicídio e da ocultação do corpo do professor. As duas mulheres continuam presas.

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