Dona de restaurante é flagrada desviando energia em Uruará (PA)

Fiscalização da Polícia Civil, com apoio da Equatorial Pará, identificou desvio superior a 1.000 kWh por mês no estabelecimento.

Foto: Polícia Civil do Pará
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O flagrante ocorreu no centro de Uruará, na região sudoeste do Pará, na manhã desta quinta-feira (08.jan.2026), e mobilizou equipes da Superintendência Regional de Polícia Civil do Xingu. A ação teve como foco estabelecimentos comerciais suspeitos de desvio de energia elétrica, prática considerada crime e prevista no artigo 155 do Código Penal Brasileiro.

Com o apoio de equipes técnicas da Equatorial Pará, os policiais identificaram uma ligação clandestina que desviava energia diretamente da rede elétrica, em duas fases. O esquema permitia um consumo mensal estimado em mais de 1.000 kWh sem qualquer registro no medidor padrão da unidade consumidora.

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Foto: Polícia Civil do Pará

A responsável pelo restaurante, que não teve o nome divulgado pela polícia, foi conduzida à delegacia de Uruará, onde prestou esclarecimentos. O caso deve ser enquadrado como furto de energia elétrica, crime que prevê pena de reclusão e multa, podendo ainda configurar estelionato, conforme a apuração policial.

Este foi o terceiro caso de furto de energia registrado em Uruará em menos de 24 horas. Na tarde da quarta-feira (07), um empresário foi flagrado cometendo a mesma infração. Uma fábrica de gelo, localizada no bairro Vila Boa Sorte, operava por meio de uma ligação clandestina subterrânea, que garantia um consumo mensal suficiente para abastecer cerca de 30 residências.

Após o flagrante, o responsável pela geleira também foi conduzido à delegacia para prestar esclarecimentos. Outra ação semelhante, considerada mais complexa, exigiu atenção redobrada das equipes técnicas da Equatorial Pará. No caso, uma ligação clandestina percorria parte da via onde funcionava uma loja de conveniência, com cabos instalados de forma subterrânea.

O furto era feito diretamente da rede externa, com o objetivo de dificultar a fiscalização. O responsável pelo comércio não foi identificado. Após os flagrantes, as equipes da concessionária realizaram a interrupção imediata das ligações clandestinas e a regularização do fornecimento.

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