Polícia Civil de Anapu prende três acusados de matar a jovem Débora Silva

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A Polícia Civil de Anapu, no sudoeste do Pará, prendeu na tarde desta quarta-feira, 03, Irlan Reis Moura, Rafael Moraes de Andrade e um menor de idade. Os três são acusados terem participação direta no assassinato de Débora Nascimento Silva, de 18 anos, que foi morta com requintes de crueldade na última quinta-feira, 29 de julho, em Anapu. 

De acordo com Delegado Lindoval Borges, que está à frente do inquérito, junto com os três acusados também foram encontradas drogas. Lindoval disse ainda que, o crime foi solucionado. “Se trata de um latrocínio. Eles foram roubar o celular e a renda do depósito. Os três confessaram o crime. Está resolvido. Os dois homens foram encaminhados ao Sistema Penitenciário e o adolescente levado à Promotoria. Não há suspeita de outra pessoa ter participado do crime. Apenas os três envolvidos.”, explicou o delegado.

Relembre o caso

Débora Silva, foi assassinada na última quinta-feira, (29 de julho), em Anapu, no sudoeste do Pará. Antes ser morta, ela foi torturada dentro da própria distribuidora de bebidas.

O corpo de Débora foi encontrado com os braços amarrados, ela também estava amordaçada e com marcas de perfuração. Um morador da localidade entrou em contato com a polícia para denunciar os gritos que teria escutado nos fundos do estabelecimento.

No local, a polícia encontrou uma faca e também um pedaço de madeira, que podem ter sido usados para matar a jovem.

Em agosto de 2021, o irmão de Débora, Diego Nascimento Costa, de 22 anos, que executado em um balneário público, no município de Anapu, quando estava na companhia de amigos, da esposa e do filho pequeno. Na época, Diego foi surpreendido por dois criminosos armados que chegaram em uma moto. Um deles desceu e efetuou os disparos contra o jovem que ainda teria tentado fugir, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

De acordo com testemunhas, após a morte de Diego, parentes do rapaz deixaram a cidade, entre eles, a mãe e outro irmão. Débora, que tinha 17 anos na época do crime, não quis sair a cidade.

A Voz do Xingu

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