Vítimas de conflito agrário recebem alta e polícia investiga o caso

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Duas das vítimas do conflito agrário registrado na Gleba Assurini, na semana passada, receberam alta da unidade médica. Valdecir Kappel, e um adolescente de 15 anos. Eles foram atingidos por disparos de arma de fogo durante o conflito agrário. Já Almerinda Antunes De Araújo, de 61 anos, segue internada no Hospital Regional da Transamazônica.

O conflito ocorreu no último dia 3 de abril, na fazenda Resende, vila do Itata, no município de Senador José Porfírio. A equipe da delegacia especializada em conflitos agrários segue ouvindo testemunhas. A indefinição quanto à propriedade das terras é um problema histórico na região que tem contribuído para o registro de conflitos. Segundo o delegado responsável pelo caso, não há mais ninguém morando na área, o que diminui o risco de novos conflitos.

Na casa que foi alvo de atiradores estavam cinco adultos e uma criança de colo quando seis homens armados chegaram atirando. Uma das vítimas que também estava armada trocou tiro com os suspeitos e fugiu após atingir dois deles que morreram no local.

Valdenilson Rodrigues Da Silva que trabalhava há 27 anos como Policial Militar no 4º Batalhão da PM de Marabá morreu durante o tiroteio. De acordo com a Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) ele estava de licença.

A Delegacia de Conflitos Agrários de Altamira investiga a participação dele em milícia armada. No dia seguinte ao ocorrido, moradores da localidade encontraram o corpo de um homem, que foi identificado como Antônio Vanderlei Moraes, de 33 anos, mais conhecido como Vando. Segundo informações do delegado Fábio Amaral, ele teria envolvimento no crime. Nesses casos, a polícia civil conta com a ajuda da população.

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